Planejamento patrimonial da família

Se você tem algum patrimônio e herdeiros, este assunto lhe interessa


Existe uma questão extremamente relevante, mas pouco refletida, que é como se dará a transmissão dos bens que, com tanta dificuldade, amealhamos ao longo da vida, aos nossos herdeiros.



Se o patrimônio familiar, por menor que seja ele, está registrado em nome de pessoas físicas, quando de sua morte, inexoravelmente, a transmissão aos herdeiros se dará através de um processo de inventário.

Em geral, o inventário é um processo, além de longo e desgastante, bastante caro, pois sobre os bens a serem transmitidos aos herdeiros incidem imposto, honorários de advogado, custas e emolumentos de cartório, entre outros.

Um inventário não custará menos do que 10% do valor dos bens a serem transmitidos, mas esse percentual costuma ser bem maior, dependendo das circunstâncias em que ocorrer a transmissão e, em muitos casos, os herdeiros não estão preparados para essas despesas.

Acabam, muitas vezes, tendo que vender parte da herança para honrar com os compromissos e a venda, nessas ocasiões, costuma ser feita com deságio significativo, dada à urgência de obtenção dos recursos.

A boa notícia é que é possível evitar que os herdeiros tenham que passar pelo desgastante e caro processo do inventário após a nossa morte, com um bom planejamento sucessório do patrimônio da família.

A criação de uma holding patrimonial é uma das formas mais eficazes de proteger e planejar o destino dos bens da família, além de proporcionar significativa economia de recursos em relação ao inventário.

É um erro acreditar que apenas possuidores de grandes fortunas devem se preocupar com o planejamento patrimonial. Como dissemos, no início desta matéria, se você tem algum patrimônio em nome pessoal e herdeiros, esse assunto lhe interessa.

Não deixe para depois, pode ser tarde demais. E quem vai pagar a conta são os seus herdeiros.

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