Heranças: A importância de um diálogo aberto



Nascemos, crescemos e morremos. São certezas da vida. E aquilo que possuímos, na nossa partida, será herdado por nossos entes queridos. E o que deixamos àqueles que ficam, além de nosso legado sentimental e educacional, é o patrimônio. Sabendo que um dia nosso patrimônio será transferido, a priori, aos nossos herdeiros, não é justo nos preocuparmos com o planejamento disso? Sabemos o quanto esses assuntos, como morte e herança, são difíceis de serem abordados, mas em determinado momento precisamos ser pragmáticos e falar abertamente sobre eles. Isso porque considerando nossa legislação vigente e as características que circundam um processo de inventário no Brasil, o rito de transferência de uma herança pode ser, além de exaustivo e permeado de fortes sentimentos, muito caro. Não são raros os casos em que, dentro de um processo de inventário, os herdeiros tenham a necessidade de se desfazer de algum dos bens com vistas a satisfazer o pagamento da tributação incidente sobre a herança. E quanto maior o valor do patrimônio, maior será essa dificuldade. Mas qual a relação disso com empresários, sócios, proprietários de uma empresa? Ora, as cotas de capital, a participação em uma empresa é um patrimônio, e como tal se submete a legislação em vigor.

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